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  • Convergências foi uma publicação do Centro de Estudos Psicopedagógicos do Rio de Janeiro (CEPERJ) iniciada em outubro de 1992, terminando sua última edição em agosto de 1999. Corpo editorial da revista Convergências: Maria Apparecida Mamede Neves e Maria Luiza Gomes Teixeira. Organização: Coordenadora: Maria Aparecida Mamede Neves. A presente obra é fruto de seis conferências, realizadas em dois seminários promovidos pelo CEPERJ e o NOAP do Departamento de Educação da PUC-RIO nos anos de 1991 e 1993 com a presença ilustre da professora da Universidade de Paris, argentina por nascimento, Sara Pain. Nestes eventos, ela apresentou suas ideias acerca das questões do campo da epistemologia com os problemas cotidianos da prática docente e psicopedagógica e as debateu com o público brasileiro. Tais palestras foram transcritas com as contribuições de Ana Celina Vasconcellos Celso Wilmer e do grupo de alunos de mestrado e doutorado dos anos de 1994 e 1997 do Programa de Pós-Graduação em Educação da PUC-RIO, sob a coordenação da professora Maria Apparecida Campos Mamede Neves. Foi publicada em Dezembro de 1997, como marco das comemorações dos 15 anos do CEPERJ. A revista está dividida em seis capítulos sendo que no início de cada capítulo é explicitado o assunto em questão e no final há perguntas feitas pelo público com suas respectivas respostas. Em uma linguagem acessível e compreensível, a palestrante discorre seus conceitos a cerca da aprendizagem alinhavando-os com exemplos do nosso dia a dia escolar. Publicada em maio de 2018.
  • Fonte: site do Tekoa (2007) O que nos impulsionou a reeditar o presente artigo, publicado em 2007 no site do Tekoa, é a incrível atualidade das reflexões nele inseridas. No texto, Maria Luiza Leão e Anne Marie Bouyer analisam o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade sob a ótica da psicopedagogia, que prioriza a saúde em detrimento da doença: problemas de aprendizagem são analisados à luz das possibilidades e limitações, apostando-se nas primeiras. O caminho da psicopedagogia não é definir o sujeito a partir de um transtorno, mas o de abrir as portas para que ele vislumbre caminhos partindo de suas próprias ferramentas. É preciso haver um vínculo humano para o que o sujeito aprenda. Não aprendemos com o cérebro. É o sujeito que aprende. Tal reflexão é apoiada em determinado trecho da dissertação de mestrado (2004) do psiquiatra infantil Rossano Cabral Lima (agora Doutor em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ) intitulada “A Construção Contemporânea de Bioidentidades – Um estudo sobre o transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDA/H)” e no artigo, do mesmo autor, “TDA/H: uma “epidemia” em curso?” , publicado no I Encontro do Fórum de Psiquiatria e Saúde Mental em 16 de outubro de 2006. A síndrome TDAH é caracterizada por comportamento hiperativo e inquietude motora, desatenção marcante, impulsividade e falta de envolvimento persistente nas tarefas (Fontes: APA e DSM-IV). Desde o seu surgimento no século XX, até os dias atuais, sofreu inúmeras alterações em sua nomenclatura e passou a incluir adultos entre seus portadores; a abrangência do diagnóstico foi ampliada. Atualmente está associada ao uso da Ritalina (cloridrato de metilfenidato). Pesquisas realizadas entre 1990/98 revelam que sua prescrição tem se tornado um problema de saúde pública, principalmente nos Estados Unidos, onde a produção aumentou 700%, (dados de 2004) quando quase quatro milhões - mormente crianças – usavam o fármaco. No Brasil os números saltaram de 16,4 para 65,2 mil unidades (em 2004). Dados que precisam ser atualizados. Entretanto, não há provas concretas que respaldem um diagnóstico. Este se dá através de respostas a um questionário. Nesta publicação, observamos que determinadas condutas precisam ser contextualizadas: há pessoas atentas, menos atentas, muito atentas, pouquíssimo atentas (...) a atenção destoante pode estar ligada a diversas causas, podendo ou não remeter a causas fisiológicas. Vivemos de forma acelerada, num ritmo de produção alucinado. É preciso distanciar nosso olhar da fisiologia cerebral e focar na cultura contemporânea em que estamos inseridos. O artigo aponta que certos indivíduos procuram ancorar sua identidade e/ou a de sua prole nos referenciais corporais ou biológicos, visto que os referenciais tradicionais antes empregados para extrair as matérias-primas de sua identidade como religião, ideologia e família, de um modo geral, perderam força. Com isso o corpo se tornou uma das únicas fontes de certeza e estabilidade. Tal ascensão reforça a decadência da interioridade como depositária das verdades do eu. Atribuir suas dificuldades ou as de seus filhos ao TDAH é um exemplo desse tipo de recurso. Publicado em abril 2018.
  • O texto é resultado de um estudo sobre a técnica de grupos operativos, realizado pelo Grupo Tekoa*, e equipe efetiva da instituição, em meados de 2006 e início de 2007, com o objetivo de aprofundar os conhecimentos sobre essa técnica, e ao mesmo tempo, compreender a organização e o funcionamento interno do próprio Grupo Tekoa, como uma equipe. O estudo apresenta um breve histórico do surgimento da técnica e sua teoria a partir de seu criador Pichon-Rivière, e também, de sua aplicação na psicopedagogia, a partir das ideias de Jorge Visca. Aborda, de forma bastante objetiva, os conceitos e instrumentos utilizados para aplicá-la (cone invertido, vetores de análise, ECRO, etc.). O texto é excelente para aqueles que gostariam de conhecer ou rever não apenas a técnica, mas também os fundamentos e os objetivos do Grupo Operativo, uma vez que a aprendizagem em grupo é uma questão universal e constante. A técnica, apresentada por Pichon em 1960, apresenta ainda, nos dias de hoje, frescor e vigor. Vale a pena conferir! Publicado em março de 2018 * O Grupo Tekoa, constituído pela sua equipe efetiva, é encarregado do processo de "institucionalização permanente" do discurso do Tekoa (filosofia, metas, postura e atividades).
  • Dada a qualidade e importância dos seis exemplares da revista CONVERGÊNCIAS para a investigação no campo da psicopedagogia, o Tekoa faz um esforço republicá-las, através da Akadémia, nossa plataforma de divulgação cientifica online. Corpo editorial da revista Convergências: Maria Apparecida Mamede Neves e Maria Luiza Gomes Teixeira. Organização: Maria Aparecida Mamede Neves O exemplar III da Revista Convergência, do Centro de Estudos Psicopedagógicos do Rio de Janeiro (CEPERJ), publicada em março de 1996, visa aproximar a psicanálise da educação, contribuindo, desse modo, com um conteúdo bastante valioso para a formação e o desempenho de profissionais das áreas da educação e da psicopedagogia. Nessa edição, são apresentados três artigos do campo da psicanálise, oriundos do cotidiano da sala de aula do curso de Especialização em Teoria e Prática Psicopedagógica. Trata-se de uma literatura relevante para a construção de uma relação mútua entre a psicanálise e a psicopedagogia no que tange a complementariedade de metas que esses campos almejam alcançar, como também na correspondência existente quanto ao exercício profissional em ambos os domínios. Assim, os temas abordados nessa publicação são: Sistema Psíquico, cujo artigo aborda a complexidade do espaço psíquico, na busca de melhor compreender o funcionamento do pensamento humano; A Relação interpessoal e a análise de seus processos, cujo artigo se refere aos processos presentes na trama grupal; e, por último, A aprendizagem por identificação, cujo texto propõe uma reflexão sobre as dimensões social e afetiva do ser humano e a importância do processo de identificação na estruturação do sujeito aprendente. Os autores Antonio Mamede-Neves e Maria Aparecida C. Mamede Neves, traduzem conceitos básicos e fundamentais da Teoria Psicanalítica (empatia, transferência, contra-transferência, o sujeito-suposto saber, resistência, repressão, identificação...) em uma linguagem acessível e prazerosa, levando-nos a observar que psicanálise e educação são campos em íntima conexão, portanto, assunto de suma importância para a construção do processo de aprendizagem do psicopedagogo e do educador. Publicada em dezembro de 2017.
  • Segundo o corpo editorial, a construção da formação em grupos operativos do CEPERJ começou com a vinda do prof. Jorge Visca ao Brasil e a história do CEPERJ inicia-se, em 1982, com a formação do 1º grupo de especialistas em Grupos Operativos da instituição. A formação era constituída por módulos presenciais, sob a supervisão do professor Visca, intercalados por módulos realizados à distância. Numa continuação do exemplar número 1 da Revista Convergências, o número 2 apresenta, sob organização de BRANCA SZAFIR e MARIA LUIZA GOMES TEIXEIRA, mais três relatos de experiências práticas de grupos operativos vividas por alunas do curso de especialização em grupos operativos do CEPERJ. São oferecidas informações detalhadas do processo e da técnica utilizada pelas equipes para a realização de cada trabalho. O primeiro deles: “Grupo Operativo: o processo multifacetado da construção de um projeto” apresenta o processo de construção do projeto desenvolvido numa escola municipal (grupo de pais) descrevendo as sessões através de quadros-síntese e expõe a análise do grupo. O segundo trabalho: “Grupo e Equipe: Analogias de uma construção operativa” relata a experiência de coordenação de um grupo operativo numa escola municipal (grupo de pais), destacando a análise do processo desde a formação da equipe até a analogia entre o movimento da equipe e o movimento do grupo em foco. O terceiro trabalho “O Desejo - o real - o possível: o tecido de uma experiência de grupo operativo”, atuando numa instituição hospitalar (grupo de pacientes), traz uma síntese de todas as sessões realizadas pelo grupo e apresenta a diferença entre o ideal e o possível com grupos operativos. O quarto trabalho “Supervisão operativa em grupos” aborda a experiência de supervisores do CEPERJ com coordenadores aprendizes do curso, destacando a importância da vivência e da troca de experiências entre as equipes de coordenadores. Todos os trabalhos estão pautados na proposta de Enrique Pichon-Rivière e trazem importantes contribuições para o conhecimento sobre a teoria e a prática da técnica de grupo operativo. Publicado em março de 2018.
  • Dada a qualidade e importância dos seis exemplares da revista CONVERGÊNCIAS para a investigação no campo da psicopedagogia, o Tekoa faz um esforço republicá-las, através da Akadémia, nossa plataforma de divulgação cientifica online. Corpo editorial da revista Convergências: Branca Szafir, Maria Apparecida Mamede Neves, Maria Luiza Gomes Teixeira e Stella Maris Braga. Organização: Maria Aparecida Mamede Neves Eis o exemplar número 1 da revista. Segundo o corpo editorial, a construção da formação em grupos operativos do CEPERJ começou com a vinda do prof. Jorge Visca ao Brasil e a história do CEPERJ inicia-se, em 1982, com a formação do 1º grupo de especialistas em Grupos Operativos da instituição. A formação era constituída por módulos presenciais, sob a supervisão do professor Visca, intercalados por módulos realizados à distância. O exemplar número 1 da revista Convergências, narra um breve histórico das etapas e propostas vivenciadas na construção dessa formação, abordando o conceito de Esquema Conceitual Referencial Operativo, ECRO, cunhado por Pichon Rivière, bem como os conceitos de ansiedade de ataque e ansiedade de perda. O poema “Conhecimento da Morte”, do referido autor, foi a pedra de toque para trabalhar essas ansiedades básicas na formação daquele grupo em construção. Segundo Pichon, o grupo passa por um momento inicial indiscriminado e ao entrar em contato com outros sujeitos, vivencia ameaças de ataque e de perda. Num segundo momento, pode ocorrer uma cisão radical, onde os opostos não conseguem conviver. Uma das funções do Grupo Operativo é atuar na passagem de uma posição divalente para uma posição integrada do grupo em formação, levando-o a viver situações de rachaduras e integrações, sentindo as repercussões dessas situações na elaboração das tarefas e projetos. Publicado em março de 2018.
  • Fonte: O texto, extraído da palestra de abertura do ciclo de debates do Tekoa “Aprendendo com seus pares” realizado em 01 de outubro de 2008, aborda uma reflexão, que não se encontra frequentemente na bibliografia disponível, sobre o que é o tratamento psicopedagógico, trazendo a luz detalhes teórico-práticos da especificidade dessa intervenção psicopedagógica. Através de uma série de questionamentos, o texto desdobra-se num viés investigativo que provoca curiosidade e uma visão reflexiva que pode ajudar o leitor a desvendar mistérios ao mesmo tempo que pode conduzi-lo a novos. Depois de situar o surgimento e a evolução da psicopedagogia em seu objetivo e campos de atuação, a autora trata do seu estudo sobre um campo teórico próprio para a psicopedagogia, a “Noologia estruturalista”, e procura fazer dialogar com a teoria e prática clínica. Leão tece ainda uma relação entre teoria e prática; ciências e arte no campo da psicopedagogia, esmiuçando a arte da intervenção. Defendendo uma postura interacionista, dialética, construtivista e estruturalista, o discurso se apoia em pressupostos teóricos psicanalíticos (lacanianos, winnicottianos e freudianos), piagetianos e pós-piagetianos, e considera a leitura da dimensão desiderativo-dramática e a dimensão lógico-conceitual, em suas articulações. Dentre os elementos de intervenção abordados, quanto a postura do psicopedagogo, destacam-se: a não atuação sobre o sintoma ou epifenômeno, a realização do trabalho apoiado na tarefa e a forma como a tarefa se instala a partir do outro, o cliente. A autora evidencia a frequente análise clínica que deve ser realizada pelo psicopedagogo em relação as variáveis do enquadramento, temática, tarefas escolhidas e produtos realizados, no sentido de proporcionar ao cliente ganho de autonomia e resgate do prazer de aprender. Parece bastante pertinente a produção de narrativas que abordem mais profundamente as questões sobre o tratamento psicopedagógico. Apesar de ser um tema muito solicitado por alunos e profissionais, ainda hoje não existe uma quantidade relevante de estudos científicos publicados. Além disso, a maioria dos trabalhos situam-se no âmbito do diagnóstico. O tratamento psicopedagógico, então, se mantem numa esfera superficial, quanto a apresentação de seus fenômeno, intervenções e processos. Maria Luiza usa o termo da “caixa preta” como uma analogia. A autora sente que há uma espécie de véu sobre o assunto, que o coloca em uma posição de inacessibilidade para se conhecer, desvendar. Publicado em fevereiro de 2018
  • Dada a qualidade e importância dos seis exemplares da revista CONVERGÊNCIAS para a investigação no campo da psicopedagogia, o Tekoa faz um esforço republicá-las, através da Akadémia, nossa plataforma de divulgação cientifica online. Corpo editorial da revista Convergências: Maria Apparecida Mamede Neves e Maria Luiza Gomes Teixeira. Organização: Maria Aparecida Mamede Neves O exemplar III da Revista Convergência, do Centro de Estudos Psicopedagógicos do Rio de Janeiro (CEPERJ), publicada em março de 1996, visa aproximar a psicanálise da educação, contribuindo, desse modo, com um conteúdo bastante valioso para a formação e o desempenho de profissionais das áreas da educação e da psicopedagogia. Nessa edição, são apresentados três artigos do campo da psicanálise, oriundos do cotidiano da sala de aula do curso de Especialização em Teoria e Prática Psicopedagógica. Trata-se de uma literatura relevante para a construção de uma relação mútua entre a psicanálise e a psicopedagogia no que tange a complementariedade de metas que esses campos almejam alcançar, como também na correspondência existente quanto ao exercício profissional em ambos os domínios. Assim, os temas abordados nessa publicação são: Sistema Psíquico, cujo artigo aborda a complexidade do espaço psíquico, na busca de melhor compreender o funcionamento do pensamento humano; A Relação interpessoal e a análise de seus processos, cujo artigo se refere aos processos presentes na trama grupal; e, por último, A aprendizagem por identificação, cujo texto propõe uma reflexão sobre as dimensões social e afetiva do ser humano e a importância do processo de identificação na estruturação do sujeito aprendente. Os autores Antonio Mamede-Neves e Maria Aparecida C. Mamede Neves, traduzem conceitos básicos e fundamentais da Teoria Psicanalítica (empatia, transferência, contra-transferência, o sujeito-suposto saber, resistência, repressão, identificação...) em uma linguagem acessível e prazerosa, levando-nos a observar que psicanálise e educação são campos em íntima conexão, portanto, assunto de suma importância para a construção do processo de aprendizagem do psicopedagogo e do educador. Publicada em dezembro de 2017.
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